Uma regra que ninguém compreende é abandonada na primeira urgência. Segurança familiar funciona melhor com poucas rotinas treinadas: parar, confirmar por outro canal, pedir ajuda cedo e nunca ridicularizar quem teve dúvidas.
Segurança como conversa
Famílias, crianças e idosos
Rotinas familiares, primeiros dispositivos, jogos, apoio a seniores e resposta sem culpa.
com ações e fontes

Antes de começar
Crianças e pessoas idosas não formam grupos homogéneos. Configurações devem acompanhar autonomia, capacidade e risco concreto, evitando vigilância excessiva ou dependência total de uma única pessoa.
O objetivo é tornar o pedido de ajuda fácil. Burlões exploram segredo e vergonha; uma família protegida combina uma palavra-código, contactos alternativos e uma resposta calma quando alguém erra.
Coleção completa
Escolhe a situação que reconheces
Famílias, crianças e idosos
Conversar sobre burlas com uma pessoa idosa sem retirar autonomia
Famílias, crianças e idosos
Palavra-código familiar: confirmar emergências por voz, SMS ou WhatsApp
Famílias, crianças e idosos
Controlo parental: configurar limites que a criança compreende
Famílias, crianças e idosos
Primeiro telemóvel de uma criança: a lista antes de entregar o aparelho
Famílias, crianças e idosos
Cyberbullying: guardar provas e apoiar sem transformar a vítima no problema
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Grooming online: sinais de aproximação e como agir sem destruir provas
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Conta escolar e trabalhos na nuvem: proteger sem impedir a aprendizagem
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WhatsApp para avós: cinco configurações e uma rotina de confirmação
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Partilha de ecrã com o “banco”: explicar o risco a quem tem menos experiência
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Plano digital da família: contas, cópias e contactos para uma emergência
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